Portel História
sexta-feira, 6 de março de 2020
terça-feira, 6 de agosto de 2019
sábado, 3 de agosto de 2019
domingo, 28 de julho de 2019
quarta-feira, 13 de março de 2019
POR Lourival Pereira da Costa Junior
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Ciências Naturais da Universidade Federal do Pará, como requisito parcial para a obtenção do grau de Licenciado em Ciências Naturais.
Orientadora: Profa. Darlene Teixeira Ferreira
AFETIVIDADE: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO E
APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS NATURAIS
VOCÊ PODE LER O TCC CLICANDO AQUI
quarta-feira, 6 de março de 2019
Crônica Portelense/ O Puxa-saco e o Anti Puxa-Saco
Por Osmar Filho
O 'puxar-saco' na biologia se refere ao músculo cremaster, responsável por contrair ou dilatar o saco escrotal. Os homens vêem muito ele agindo nos dias frios.
Há muitas hipóteses sobre a origem da expressão, uma delas fala que o puxa-saco era o soltado que no exército levava o seu saco de suprimentos e o saco de suprimentos do comandante também.
Em Portel, não se sabe quando esse sujeito hiato surgiu, e diferente do que se pensa o puxa-saco não está apenas na política. Ele pode ser aquele teu amig@ bajulad@r que consegue ser muito prestativo mas apenas em casos que precisa de você. Ou a tua namorada quando quer aquele presente ou o boleto da faculdade está vencendo.
Na política em Portel, talvez o puxa-saco tivesse ao lado do primeiro prefeito, Francisco Severiano de Moura, não tem foto dele ao lado do prefeito porque naquele tempo não tinha câmera, mas que ele estava, estava!
Recordo-me de 2000, onde o Elquias Monteiro (45) e o Zaqueu Freitas (14) fizeram as maiores passeatas que Portel já viu. Quando havia passeata as ruas eram um campo de batalha. Seus eleitores se confundiam com gangues, os políticos optavam por fazer a bandeira de madeira leve aqui; além do baixo custo era porque ela acabava por quebrar na cabeça de alguém.
Atualmente em Portel existe uma figura mais enjoada que o puxa-saco, que é o Anti Puxa-Saco.
O Anti Puxa-Saco é o puxa-saco que queria estar lá bajulando mas foi esnobado. A rejeição não é fácil de lidar. Essa figura fica torcendo 24 horas pra surgir um podre ao qual se encapa de defensor da moral e vai criticar. Lindo ver o anti puxa-saco defender o povo, seu bolso está vazio.
Prestar ninguém quer.
Crônica Portelense
Robledo Freire
Por Osmar Filho
Na história recente de Portel houve um sujeito que está pra nascer outro igual. Robledo Evangelista Freire, ou simplesmente Robledo. Era um mestre de obras que construiu mais cidadãos que prédios. Sua principal obra foi a social. Meu primeiro contato com ele foi no final dos anos 90 e posteriormente como parceiro de Xadrez - esporte que ele dominava muito bem.
A história remete aos 20 anos atrás. Antes do PETÊ acabar com o Brasil, o Brasil estava acabado. O moleque não estudava, tinha que trabalhar para ajudar em casa; pegava seu isopor e ia vender chopp e coxinha na "beirada"; outros na madrugada ao grito de "PADEIRO!" vendiam pão nas ruas, e ainda tinha os da zona rural que iam pra roça com seus pais. A havaiana durava mais que A Kenner, acabava o pacote de prego, mas a sandália não!
O país passava por uma grande recessão econômica, e Portel mais ainda! Havia um anseio social muito grande por perspectiva de futuro. O saudoso Robledo sabido de cidadania passou criar cidadãos. Ficou à frente do PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), criou o Agente Jovens e muitos dos cidadãos de hoje passaram por esse projeto. Foi responsável pelo Globo de Ouro: onde é hoje o Fórum Eleitoral de Portel já foi cinema para crianças carentes aos domingos. Além de ter criado a Pesca do Lixo: crianças e jovens competiam quem limpava a praia do Arucará primeiro e com isso aprendiam educação ambiental.
Neste ano fará 10 anos que se foi. O saudoso "Jovem" deixou um legado: Devemos ser a mudança que esperamos.
Por Osmar Filho
Na história recente de Portel houve um sujeito que está pra nascer outro igual. Robledo Evangelista Freire, ou simplesmente Robledo. Era um mestre de obras que construiu mais cidadãos que prédios. Sua principal obra foi a social. Meu primeiro contato com ele foi no final dos anos 90 e posteriormente como parceiro de Xadrez - esporte que ele dominava muito bem.
A história remete aos 20 anos atrás. Antes do PETÊ acabar com o Brasil, o Brasil estava acabado. O moleque não estudava, tinha que trabalhar para ajudar em casa; pegava seu isopor e ia vender chopp e coxinha na "beirada"; outros na madrugada ao grito de "PADEIRO!" vendiam pão nas ruas, e ainda tinha os da zona rural que iam pra roça com seus pais. A havaiana durava mais que A Kenner, acabava o pacote de prego, mas a sandália não!
O país passava por uma grande recessão econômica, e Portel mais ainda! Havia um anseio social muito grande por perspectiva de futuro. O saudoso Robledo sabido de cidadania passou criar cidadãos. Ficou à frente do PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), criou o Agente Jovens e muitos dos cidadãos de hoje passaram por esse projeto. Foi responsável pelo Globo de Ouro: onde é hoje o Fórum Eleitoral de Portel já foi cinema para crianças carentes aos domingos. Além de ter criado a Pesca do Lixo: crianças e jovens competiam quem limpava a praia do Arucará primeiro e com isso aprendiam educação ambiental.
Neste ano fará 10 anos que se foi. O saudoso "Jovem" deixou um legado: Devemos ser a mudança que esperamos.
Ps: Crônica dedicada a uma das melhores pessoas que tive o
prazer de conhecer - O Jovem!
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